sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Resenha Elaborada do Livro (O saber Histórico na sala de Aula); Entregue nas “Faculdades Integradas Ipiranga". Como requesito de avaliação. Curso: Licenciatura em História. Turma LHN02. Aluno: Sebastião Pereira Viana Júnior.(2014)




                                                                                                                                     
RESENHA: O SABER HISÓTICO NA SALA DE AULA [1]
FASCÍCULO DA FACULDADE INTEGRADAS IPIRANGA - PROGRAMA DE LICENCIATURAS INTEGRADAS – EIXO DE FORMAÇÃO COMUM,  Belém, PA, 2014. – Disciplina: Pratica de Ensino II –  Circe Bittencourt (org.).  12º edição. Editora Contexto.  São Paulo.  2013.

Sebastião Pereira Viana Júnior[2]
                                                                                              Nilton Cesar Castro de Lima[3]
Franco Coutinho Lobato[4]



INTRODUÇÃO

No referido livro Bittencourt formula e nos apresenta um trabalho em que o professor pode utilizar como guia temático, com objetivo de dar uma elaboração de trabalhos em cima dos temas propostos, livro didático  foi um dos temas trabalhados pela autora. .
Ela aborda os desafios do professor no ensino de história, também percebemos uma incomodação da autora e seus colaboradores com as desigualdades sociais como abordado no livro.
O livro oferece várias opções metodológicas para trabalhar o livro didático, não apenas nele, mas a citação a Marx também aparece em outras análises como no cinema.

Capitalismo e Cidadania nas atuais propostas curriculares de história.

A primeira coisa quem os estudantes pensam em relação ao ensino de história, é porque eles têm que estudar história, se o importante é o presente? Como o professor fica diante dessa indagação dos alunos, referente ao ensino da disciplina história.
Apesar das dúvidas dos alunos, a história continua na grade curricular, e há uma crescente nos livros didáticos; há um momento peculiar no ensino de história, nos últimos dez anos as propostas metodológicas no ensino de história. Mas o autor fala que atualmente vivemos um momento crucial onde estão sendo elaborados novos métodos para a disciplina.

CARACTERIZAÇÃO DAS PROPOSTAS:

As propostas elaboradas nos últimos anos estão relacionadas aos debates no final do período da ditadura militar. O objetivo era o retorno das disciplinas Geografia e História. No processo da chamada "Abertura Democrática".
Nesse processo estava ocorrendo a redefinição profissional dos professores. A volta da disciplina história, autônoma e obrigatória para a formação ocorria em conflito complexo, os professores não queriam mais receber pacotes do poder educacional, eles desejaram participar das elaborações dos currículos.
Os debates sobre os novos rumos que a disciplina e a metodologia a ser elaborada em história acabou por colocar em xeque os métodos tradicionais que eram utilizados na época.
LOUSA, GIZ, CADERNOS, LIVROS: são esses os materiais que ajudam o professor a se comunicar com o aluno, no entanto os meios de comunicação acabam por proporcionar uma gama de informações diferentes do que o professor se comunica com o aluno.
E neste debate sobre o ofício do historiado, e do professor de história que tem que evitar a AMNÉSIA, nessa sociedade marcada por incertezas.
Também existe o modelo TECNICISTA dos anos 70, existem outros métodos como os freireanos ou pelos eixos temáticos.


CIDADANIA COMO META DE ENSINO

O campo do conhecimento produzido na escola é importante entender como ele se insere na constituição, e como tal ele deve ser articulado com grandes objetivos na sociedade.
A ascensão da classe média. Pelo ensino secundário, a alfabetização e direito ao voto, o desenvolvimento do espírito patriótico, foram pré-suporte da educação.
Mas essas disciplinas mudam, para atender as necessidades do momento de uma sociedade, condições sociais e culturais.
O indivíduo pertence ao sistema capitalista globalizado, e as propostas há de se enfrentar essa tendência de mundialização, dentro das propostas neoliberais.
Nesse conceito capitalista relacionado a mudanças sociais. Existia o mito de estado nação, que foi substituído pelo mito da empresa, esse momento nas primeiras decas do século XX, eram a língua pátria, geografia, as geografia e história do Brasil, o objetivo era a formação do indivíduo nacionalista.
Somente a partir da 2º guerra mundial a ciência, física, matemática, química e biologia ganharam status. Os interesses da nação são superados pelas multinacionais. Entendemos que a identidade nacional é compreendida pela articulação econômica.
O objetivo do capitalismo hoje é identificar os indivíduos como pertencente ao sistema globalizado. É uma construção da identidade nacional que permite identificar a construção de uma identidade nacional desde o século XIX. " configuração de uma identidade nacional se realiza atualmente não somente pela condição econômica ou social mas, principalmente pela altura".

Entendemos que a identidade nacional é construída em relação do:

ECONÔMICO
SOCIAL
CULTURAL

A maioria das propostas curriculares no ensino de história visa contribuir para uma formação do cidadão crítico. Essa proposta nem exposta nos livros didáticos, que o professor tem que ser o intermediador entre o aluno e a disciplina história. Visando o objetivo para que o aluno perceba que ele é um agente transformador da sociedade, e que ele se sinta um sujeito da história.
Até o presente momento Circe Bittencourt não fala em "livro didático", mas fala na disciplina história que esta interligada com o livro didático. Nesse contexto da aprendizagem levanta a ideia que o ensino não tem por objetivo formar o cidadão segundo os parâmetros de uma faculdade ou universidade, mas prepara para a vida de um cotidiano terrível que eles enfrentam de violência.
É importante esclarecer que o estudo do passado é para entender o presente, especificar nos textos o conceito de cidadão, nas séries iniciais os livros didático da disciplina história, veem com abordagem de práticas políticas e sabe os deveres cívicos do cidadão, percebemos uma divergência no método de ensinar história.


O TEMPO EVOLUTIVO DO PROGRESSO OU DO CAPITALISMO

Uma parte interessante e convergente é o paradigma positivista e que devem ser superados,e ao mesmo tempo a perspectiva do eurocentrismo na disciplina história. A autora faz uma crítica, que apesar das propostas inovadoras que tendem a superar a positivismo, ainda sim se tende a manter as propostas tradicionais.
Ela nos aparenta a visão a respeito da chegada dos europeus na América, nas visões liberal e tradicional. Na disciplina história tem-se apresentado corpo em algumas visões, mais especificamente na tradicional, quem trabalha com modo de produção o nascimento do Brasil se explica segundo a lógica do mercantilismo europeu.
A autora nos apresenta que é trabalhado na disciplina e no livro didático apresenta como visão de "História Geral", a "Idade Média" e finaliza com a "Revolução Industrial". É sabido que o tempo no capitalismo envolve alunos e professores, coisa que eles vivenciam hoje, isso é importante no livro didático que explica-se a atualidade.

CURRICULOS DE HISTÓRIA E POLÍTICAS PÚBLICAS: OS PROGRAMAS DE HISTÓRIA DO BRASIL NA ESCOLA SECUNDÁRIA.



No conflito das estruturas curriculares, existe em processo do projeto formulado pela classe dominante justamente para alcançar o topo do público que se almeja exclusivamente a estudantes.
Almeja-se alcançar uma escola ideal, através dos textos. Os currículos são responsáveis por grande parte da formação dos conceitos de história. Mesmo com essa busca pela metodologia ideal, ou mais humana.
A trajetória da disciplina história não foi das mais fáceis, ou das mais idealizada, ela foi motivo de exclusão, projetos mal elaborados na "escola secundária", até na ditadura militar ela foi perseguida. Vale lembrar que ela se consolida com elaboração de professores no Colégio D. Pedro II.
Foram criadas escolas específicas para os filhos da nobreza, justamente com o objetivo de aprender a exercer o poder. O temos a educação como um mecanismo de dominação elitizado.
Houve uma preocupação em como escrever a história do Brasil. Von Martins vencer com a ideia de entender a "formação étnica" desse país; através dessa corrente procura-se escrever uma história do Brasil através da hierarquização de alguns fatos.
Mesmo com esse debate, ainda assim, o Colégio D. Pedro II continuou como escola modelo e a ser responsável pelo processo que compunham a grade curricular e pelos exames. A instituição formuladora do debate era o IBGE, que eram professores do D. Pedro. A tese de Von Martins foi deixada de lado e eles continuavam tradicionais.
Até esse momento nenhuma forma realizada teve o peso da reforma de Francisco Campos. Na 1ª década do século XX a questão foi com a identificação nacional brasileira, o nacionalismo era apontado como uma ideia a ser seguida e o liberalismo, como ideia exótica.
Segundo Francisco Campos, as transformações não se operam pelas ações de mentalidades mais pela ciência, filósofos, antis, etc. Os progresso da disciplina história, continha metodologias básicas para formar o EDUCANDO no exercício da profissão.
O conteúdo da disciplina história na Era Vargas passa por uma reciclagem, do ponto de vista da construção de uma nação que almejava mascaras a divisão social e a direção das massas pelas elites, o objetivo era montar a ordem política, em uma visão mais esclarecedora, percebemos que eles queriam manter o controle da massa empobrecida.
Em 1942, o progresso almejava o mesmo objetivo, visando superar o patriotismo, e o civismo e os deveres e a submissão a pátria.
No livro didático, o índio sempre aparece como personagens de contribuição social, enquanto o segue como instrumento importante para a economia brasileira.
Ao longo da história e expressão europeia ela é mostrada como uma forma altamente positiva pelos programas de textos didáticos.


HISTÓRIA, POLÍTICA E ENSINO

Maria de Loudes Monaco janotti



Janotti, cita Eric Hobsbawm. Explicando que as gerações de hoje, os jovens vivem sem qualquer relação com o passado que o fez, e sem relação política com o presente.
A autora levante a tese de que nos corremos a visão de entrar numa "ALIENAÇÃO" histórica coletiva de resultados imprescindíveis. As lutas sociais são relativizadas junto com o imperialismo.
Ela levanta outra questão crítica, é o problema da desqualificação do passado como experiência política social. O que isso quer dizer? Em nosso entendimento percebemos que o contexto histórico adotado inclusive por intelectuais, tende a não dar ênfase para o mundo político-social, ela se refere ao marxismo, essas novas correntes levantam outras teses, é interessante essa visão. É como se você fosse contar a história de um ribeirinho, apenas como indivíduo cultural, esquecendo o contexto marxista da realidade de uma vida exclusiva desse personagem.

AS CORRENTES:

1-         História política (conde há um repudio)
2-         História Imediata
3-         História de tempo presente

Na opção 1, essa perspectiva muitos historiadores lançaram críticas ao regime militar, e muitas dessas críticas conservam atualidade, referindo-se ao processo rígido que foi implantado naquela ocasião.
Parece que estes perderam sua força na questão do marxismo. O objetivo passou a ser a abordagem da cultura do indivíduo, não mais a dialética, na maioria das vezes socialmente. O que não permite uma compreensão maior do passado, e do presente histórico. Ela propõe que esta na hora de reconsiderar a história política e institucional.
A historiografia francesa está como proposta a retornar a visão da história, na perspectiva política. Na frança, Alemanha há um debate sobre a corrente historiográfica. Os alemães são weberianos. A frança esta em debate sobre o abando da história política.
Ao aderir as perspectivas antropológicas e literárias, e muitas vezes esses discursos causam assim contexto desportilizados, eu arriscaria dizer anti alienante.
Como é que o professor não explica os subsídios do passado, sem abordar a realidade que é a luta da classe. Fia estranho ele falar dos conceitos culturais do caboclo sem o colocar no contexto de uma estrutura social capitalista excludente.
Como é que você vai formar uma mentalidade crítica no abismo, no cidadão, colocando o processo que ele vive historicamente, como algo cultural, e não como algo a qual ele tem que lutar para alcançar essa possível igualdade.
Existia na Europa o movimento exarcebado, por crudescimento, esses movimentos aconteceram na Europa e assistia perplexo esses acontecimentos. Existe essa evidente luta política contra o estruturalismo e o marxismo. A estrutura de nossa sociedade, foi combatida nos anos 80, na didática, essa contradição, estava enraizada na estrutura social, ligado aos detentores do poder, esse combate se fazia por parte dos professores nas aulas nos anos 80.


A FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE HISTÓRIA
E O COTIDIANO DA SALA DE AULA

Maria auxiliadora Schimidt


Houve um debate, a uma década sobre a formação do professor de história e o cotidiano na sala de aula, o debate, ainda era referente no chamado 1º e 2º grau e as instituições de ensino superior. Ela levante para o existi um quadro negro na formação dos professores e no cotidiano com os alunos.

DILACERAMENTO E EMBATES


A formação do professor, estamos analisando o de história, nem sempre é dos mais fáceis, não se restringe apenas ao curós de história, mas de ciências humanas.
Assim Omo ele e outros envolvem esses encargos familiares e a luta pela sobrevivência e o cotidiano complexo e de varias tarefas, ele não tem recursos suficientes para manter uma continuidade em sua formação.
Existem duas designações de como o professor de história é visto, hora como sacerdote, hora como profissional da ciência, ponteiro de marcação da revolução, habitante, etc.
Entendemos que ao professor de história caem designações que refletem a sua importância como interventar na sociedade.
Um dilaceramento levantado é que os conteúdos do livro didático, ele luta para decifrar.

"NA RELAÇÃO PEDAGÓGICA, NA VERDADE, A  AUTONOMIA, PROCURAM CONVENCER-SE POR SI MESMO DA VALIDADE DO QUE LHES É PROPOSTO, DESEJAM PENSAR POR SI MESMO, SER RECONHECIDOS, SER LIBERTADOS EM SUA ORIGINALIDADE NA COMPREENSÃO E NO RESTANTE DE SUA HISTÓRIA.



É na sala de aula que o embate entre professor e aluno, ele o professor se sente no dever de ser um elemento que traga novidades ao aluno, cada aula é uma aula. Ele deve ensinar o aluno a encontrar em cada aula, cabe ao professor ensinar o aluno a levantar problemas, para transformar as aulas numa problemática.
A sala de aula, é o lugar entre a relação de interlocutores, é na sala de aula que ocorre o dilaceramento de profissão do professor e a relação pedagógica.
Por dilaceramento e embates, entendemos que é: o cotidiano do professor, visto de uma realidade que ele não esperava, uma relação complexa, com o aluno e o campo pedagógico, causando a necessidade do professor ter que improvisar novos mecanismo para suprir e superar essas necessidades, e essa relação no cotidiano da escola.


O FAZER HISTÓRICO E O FAZER PEDAGÓGICO


Existe um desafio nessa relação que constitui o cotidiano do professor, o fazer histórico encarece da necessidade de métodos que englobam o fazer pedagógico ligados as novas metodologias tecnológicas é a chamada transposição didática. Podemos elaborar métodos de aprendizagem.
O objetivo é fazer da história, uma forma metodológica que permite ele entender e se vista na necessidade de participar desse contexto, aos parâmetros do marxismo como a discussão aqui é importante entender a luta da classe, e inseri-la nesse debate.

Destaca-se como problematização:

*O ensino e a construção de conceitos.
*O contexto temporal e o privilégio da exploração do documento histórico.

Acima citamos conceitos básicos para a avaliação e métodos que o professor deve fazer, em relação ao documento histórico. Ex: se ele for analisar o Manifesto Comunista, como documento histórico, ele tem esses pontos para seguir, um roteiro importante que pode ser muito útil.
A mudança para que o aluno seja estimulado, ajuda-lo a refletir, e a observação e descrição do documento para que seja introduzido no método de historia, geralmente o professor vem com a proposta, e podem ser utilizados com finalidade didática.









II LINGUAGEM E ENSINO
LIVROS DIDÁTICOS ENTRE TEXTOS E IMAGENS

Circe Bittencourt


Na entrada da texto o autor coloca que o livro didático não é só um instrumento pedagógico, mas um aparelho em que as pessoas buscam expressar-se e ver-se inseridos nesse contexto, nos queremos ver-nos inseridos no livro didático.
Desde o século XIX, que os livros didáticos veem inserindo imagens. Chegou-se a ideia de que os alunos podiam aprender histórias, não mais só por escrita, mas pelas imagens. No contexto, os livros didáticos parecem concorrer em busca de espaço com os textos escritos.
Apesar de a iconografia ter sido inserida no livro didático, ela como um processo educativo ainda é defeituoso, ela se apresenta como um mero mecanismo para ilustrar os livros da história. As imagens sobre diversos termos visa tornar o livro didático mais atrativo. Temos que refletir como são realizadas as leituras de imagem no livro didático.

CONCEPÇÕES E CARACTERIZAÇÃO DO LIVRO DIDÁTICO


O livro didático tem sido um objeto de abominação por parte dos professores, e culpam os livros pelo atual estado precário da educação. Apesar da insatisfação, ele ainda é o referencial de pais e alunos em matéria de estudo, e a cada ano as editoras todo ano lançam variadas versões dos livros didáticos.
Esse objeto varia muito conforme o campo de investigação usado, ele causa interesses, e provocou intensos debates mostrando as suas múltiplas faces, e na natureza complexa (...) ... O livro didático é antes de tudo, uma mercadoria, um produto do mundo da edição que obedece à evolução das técnicas de fabricação e comercialização.
Ele é também um elemento abrangente dos suportes de conteúdo para o aluno. Ele é um intermediador do saber ocorrido para o escolar, ele elabora as estruturas de conhecimento para o professor, tais como, tarefas, leituras, etc.
Também percebemos uma coisa na leitura, a de que o livro didático é um importante estimulador ideológico eles expressam estereótipos e saberes de grupos dominantes, geralmente da elite branca e burguesa.
Para entender o livro didático precisamos estudar toda a sua proposta curricular em todos os seus aspectos e contradições. Apesar da complexidade do livro didático, ainda cabe ao professor, a escolha do livro, mesmo que ele não tenha participado da elaboração, ainda percebemos um certo poder aos mestres.


ILUSTRAÇÕES DOS LIVROS DIDÁTICOS

Os franceses são os que mais têm se preocupado com as ilustrações nos livros didáticos. No Brasil apesar de não ter trabalhos que buscam analisar, e tem aparecido iconografia de índios, negros nos diversos livros didáticos.
O objetivo principal, era ver as cenas históricas. Uma finalidades da produção de imagens, se baseia na francesa, e ocorrer da participação dela por muitos anos. Neste caso de participação francesa veem ocorrer ainda no ensino elementar e veio mudando nesse processo histórico que passou o Brasil.
A elaboração do livro didático necessariamente obedece a regras impostas por autores e direitos e por instituições governamentais. A metodologia na elaboração do livro didático corresponde a francesa, o caráter mercadológico nas técnicas e nas elaborações das atividades pedagógicas. E o livro didático não pode ser caro.
O autor não amplia a questão da dependência da industria editorial brasileira em relação a França, cabe apontar a permanência das figuras como das civilizações antigas.
Em historia geral as figuras eram mais acessíveis, o que não ocorria em historia do Brasil, mostrando ai um problema em relação ao modo de construir os livros no Brasil.
Na historia política, na elaboração, dessa visão houve cuidado em pesquisas os possíveis retratos para ser apresentado aos estudantes figuras como Thomé de Souza e Pedro Álvares Cabral.

LEITURAS CRÍTICAS SOBRE POPULAÇÕES INDÍGENAS

A retratação da história dos índios no Brasil nos livros didáticos, ocorrerem uma série de questionamento, não apenas isso, mas sobre as formas como os métodos para o estudo sobre os índios são colocados. Esse métodos em acervos e arquivos são relacionados para a utilização de uma leitura crítica.
É bom citar autores como o Cômego Fernandes e Joaquim Maria de Lacerda, nessas primeiras versões eles eram religiosos, e retratavam os índios como religiosos. O livro de Lacerda foi publicado no Brasil entre 1930 a 1940 (...) ... Os grupos indígenas dessas primeiras obras didáticas eram representados como "selvagens", e as cenas escolhidas eram predominantemente de guerras e rituais antropofágicos.
Em sua perspectiva eles queriam ressaltar a importância da catequese, e os religiosos católicos eram apresentados como heróis.
Vivíamos em plena fase de difusão das ideias sociais, racistas. Afrânio Peixoto seguidor das ideias de Neno Rodrigues, ressaltou a importância de enfraquecer a população brasileira. Percebemos no livro didático a existência das varias versões sobre as populações indígenas seja ele vista de seus próprios algozes, intelectuais e sistema de governo.
Mas nem sempre tudo está perdido, percebem na elaboração desse livro didático, que ele serve sim como uma grande fonte de informação, fonte histórica. Uma vez que ele é retratado do ponto de vista de várias espécies de intelectuais, e retratam os povos indígenas seguindo varias correntes ideológicas em épocas distintas, isso é importante observar.



HISTÓRIA E DIÁLOGO

Antonia Terra

Ela entra com meados dos anos 50, em que Pablo Picasso inicia uma série de estudos tendo como base obras de artistas consagrados como MANET, MONET, VELÁZQUEZ, etc.
Todos esses estudos ele lançou obra inspirado nesses artistas. Mas ele ficou preso apenas em reproduzir essas obras, ele criou um estilo próprio que não era reproduzir a obra de outros artistas.
Na é nosso objetivo entrar no tema da arte, o objetivo é entender que a ideia de que a obra (texto, oralidade, gravura, musica, pintura, fotografia, cinema, arquitetura) sintetiza uma série de diálogos que foram travados com o autor de origem.


INTERPRETAÇÃO HISTÓRICA


Os estudos de BAKHTIN refere-se a linguística, filosofia e literatura, mas entendemos que seus estudos podem ser ampliados para os demais estudos das ciências humanas.
A ciência humana por estudar no homem deve compreender que este não se apresenta como um ser que possa encará-lo como uma simples coisa, mas como algo que se manifeste, que fale, ele fala através de suas obras e essas obras são os focos de estudos das ciências humanas.
Cabe a ciência humana, o estudo das obras humanas, é o "reflexo dos reflexos", através do reflexo do outro, chegamos ao objeto de reflexo.
O autor quando se expressa, faz de si o objeto para o outro e para si mesmo. Compreender a obra é compreender o autor que o fez. Segundo BAKHTIN, compreender a obra é compreender uma diversidade de formas e aspectos.
Existe uma relação DIALÓGICA entre leitor e autor que BAKHTIN considera ser um acontecimento na vida da obra e ocorre na fronteira de dois sujeitos e duas consciências. A obra carrega consigo o ideal de ser sempre um potencial de liberdade, mesmo tendo o impiricismo o objetivo do autor.
Devemos atentar para a importância da historicidade do conhecimento que está sendo produzido (...) é importante, ainda pensar num contexto novo, localizá-lo no contexto contemporâneo e no futuro. Esse diálogo passa por entender o pensamento enquanto parte do mundo de que participamos. (BAKHTIN, p 404)
O ENSINO DA HISTÓRIA
O trabalho do professor envolve a sua relação com as metodologias como usa-las como as imagens, textos e outras fontes históricas.
Pintura textos é bom entender que todos esses processos culturais ou documentos são obras humanas, e não podemos entende-los como simples coisas que exemplifiquem contextos históricos.
Existe um potencial cultural no ser humano, capaz de construir formas e conteúdos para a cultura, esses objetos vão tem as mais variadas interpretações. O texto varias vezes se refere a obra de arte, autora, etc. por exemplo, a pintura de Frans Port, segundo Ana Maria Bellazzo, representa um momento de mudanças na arte holandesa.
Existem obras que retratam segundo Port, um contexto onde ele ocorre arte que eram também mana Holanda, era paisagem rural miserável que retrata o Brasil, também teve na Europa.
No estudo de história BAKHTIN atenta para a possibilidade de outra forma de estudo, para a utilização de documentos como recursos didáticos. Nessa relação o aluno e professor não surge, novas interpretações junto ao universo aluno-professor.









PORQUE VISITAR MUSEUS

Adriana Mortara Almeida
Camilo de Mello vasconcellos


Os professores costumam levar os estudantes para os museus para o ensino de história, essas instituições fazem e prestam complementação. Acredito que o museu é definido como: uma instituição sem fins lucrativos e é aberta ao público.
Não basta entender o que significa o museu, é preciso entender a finalidade dele enquanto proposta das seus exposições para construir novos significados.
O MUSEU
Geralmente os museus de Ciências Humanas são mais procurados pelos professores de história, podemos realizar muitas atividades no museu, pode ser através da extroversão e exposição.
O professor se depara com conhecimentos construídos e expostos que ao longo do tempo foram se formando e que hoje são expostas no momento atual da sociedade.



PORQUE VISITAR UM MUSEU


Como dito, o museu é um lugar de saberes construído e cultura exposta, e que o aluno a partir deste pode interagir construindo novas teses esse é um dos motivos.
No entanto muitas vezes essa cultura é apresentada como vitrine. Esses recursos podem se usados pelo professor como possibilidade de reelaboração do passado.
O objetivo é entender a memória como um objeto de conhecimento enquanto o museu se faz por uma representação do passado no presente.


A AÇÃO EDUCATIVA EM MUSEUS

Essa ação educativa, geralmente contam com a participação, com o objetivo de transferir. A preocupação é com o publico escolar, e os museus ofereçam curso de atualização para professores, na cena do Museu da Inconfidência.

ESUDO DE CASO UM MUSEU
ANTROPOLÓGICO E OUTRO HISTORICO


Os museus de ciência humana são constantemente procurados pelos professores de história, ele vista o museu de Universidade de São Paulo que executam.
Ela a autora Almeida e Vasconcellos cita o museu de coleções arqueológicas, etnografia brasileira e afro-brasileira. Conta com educadores que fazem um trabalho de divisão de difusão da cultura, realizada a partir de programas. Aos professores estão disponíveis treinamentos.
O professor pode desenvolver próprio roteiro de visitas, ele pode leva esses materiais para a sala de aula. Essa instituição continua a elaborar a ação educativa, com o objetivo de auxiliar alunos e professores.


MUSEU PAULISTA:
DE MONUMENTO COMEMORATIVO
À COMEMORAÇÃO NO MUSEU



O museu do Ipiranga foi construído para rememorar o "Grito do Ipiranga". Foi na década de 20 que ele se tornou dedicado a história nacional. Ele contribui para a reafirmação da história nacional.
As temáticas que o museu oferece é a temática da independência, e as memórias da independência.


SUGESTÕES PARA O PROFESSOR



As possibilidades do professor: Almeida e Vasconcellos dão uma possibilidade em que o professor tem que definir o tema e os objetivos da visita entre outra citadas pelo autores.


EXPERIÊNCIAS E REPRESENTAÇÕES SOCIAIS
REFLEXÕES SOBRE O USO E O CONSUMO DAS IMAGENS


Elias Thomé Saliba

O universo mediático tem diversas possibilidades, onde cada vez mais substituímos nossas experiências reais pelas representações dessas experiências. Considera-se que o bombardeio dessas imagens faz-nos viver e um mundo irreal.
Mas não quer dizer que é completamente substituído pela lógica mediática. O processo de globalização atingiu freneticamente a mídia em ritmos rápidos e alucinantes.
Vale lembrar que a imagem não ilustra e nem reproduz a realidade, ela é expressa a partir de certo contexto histórico. Reconhecer a narrativa fílmica, para o ensino de história é reconhecer um processo de construção coletivo humano.


ANÁLISE CULTURAL


O episódio da transamazônica mostra como é preocupante a analise cultural. (aquele episódio que os homens foram comparados a vampiros). A recepção cultural que foi dada aos homens é uma ponte nessa analise cultural, toda uma cultura e costume, e as dificuldades heurísticas. É também a questão do consumo que seria a cultura trabalhar para isso o consumo.
A desigualdade da democracia midiática gera uma seleção de imagens entre certo os nosso pobre recebem essa carga selecionada. Os novos pobres são a mídia que visivelmente é uma sociedade de classe paradoxalmente.
O problema atual não é mais colocar a imagem, é dar um contexto artístico a ela, mas apenas reproduzir o que está acontecendo no momento, o objetivo é mostrar o momento do acontecimento.
O autor do texto Saliba, sito Carlito, e a sua crítica ao proletariado perplexamente, e alienado, perdido e confuso pela grene, e incapaz de ascender do conhecimento político de sua época.
É importante o professor ficar atento para a imagem que pode ter um visível e frágil vestígio de um inconsciente como foi o caso dos homens de preto e a associação aos vampiros, do filme, isso seria uma espécie de desenraimento social que permite até os dias de hoje.



MEMÓRIA E ENSINO DE HISTÓRIA

Ricardo Oriá


Existe uma preocupação com a memória historia, as instituições estão trabalhando nisso seja eles públicos ou privadas. Nos mais variados projetos, como criação de centro de memória nuclear de documentação entre outros.
A temática de memória é recente na historiografia brasileira e no processo de ensino aprendizagem de história e o processo de socializar esse conhecimento construído a partir desses documentos.


O PATRIMONIO HISTÓRICO REVISITADO

Foram elaboradas leis que norteiam praticas políticas de preservação do patrimônio histórico. Existiram elementos a arquitetura que não estavam inseridos num contexto histórico mais relevante e que por isso foram esquecidos.
Hoje o patrimônio histórico artístico veem sendo substituído pelo patrimônio cultural (...) a valorização e o conhecimento de um bem cultural, que testemunha a história ou a vida do país.


POR UMA NOVA POLITICA DE PATRIMONIO HISTORICO NO BRASIL: A CONSTRUÇÃO DE UMA MEMÓRIA PLURAL.


Mario de Andrade




A abertura do conceito de patrimônio cultural na constituição possibilita o surgimento de novos políticos na construção de uma memória plural.Nos parâmetros de historiografia brasileira ela é marcada por uma tendência positivista, que foca a ação do "heróis nacionais". E os elementos escolhidos como os elementos de tendência europeia, ou seja, seriam os segmentos da cultura dominante.
A historia retratada da cultura tende a contar a historia dos vencedores, essa tendência elitizada também tende ao esquecimento e a exclusão de grupos que fizeram parte de uma historia esquecida ou suprimida pela cultura dominante.
O resgate dessa cultura exclusiva se deu na década de 80, em parte pela renovação da historiografia brasileira que passou a resgatar os "excluídos da história", entre outras correntes de tendências a fazer esse resgate teve o resgate da história nacional e o arraial de canudos, liderados por Antonio conselheiro.



PATRIMONIO HISTORICO, CIDADANIA E IDENTIDADE
CULTURAL: O DIREITO À MEMORIA.



A memória hoje é vista como importante para a preservação de nossa cultura e também para a formação da nação e cidadãos. Os valores arquitetônicos foram muito valorizados no passado na entanto essas preservações eram somente ligada aos grandes fatos notáveis.
Em consequência dessa preservação elitizada, ocorriam depredações desses monumentos, porque a população não se identifica com esses ícones e símbolos eles eram bastante positivistas.
Ocorre que essa perda da identidade muito voltada a contar a história da elite, fez com que a cidade fique descaracterizada, "nos dá a entranha sensação de que somos estrangeiros". Qual quer cidadão que vagar pela cidade terá a sensação de que não vive numa cidade que retrata o seu cotidiano, a não ser a vida da elite.


EDUCAÇÃO AMBIENTAL OU EDUCAÇÃO APTRIMONIAL: A DIMENSÃO HISTÓRICA-CULTURAL NO CURRICULO ESCOLAR



O foco aqui é o meio ambiente, a constituição estabelece a possibilidade referente ao meio ambiente, (no artigo 222, inciso VI), mas os programas educacionais tem sido omisso em relação a essa tendência.
Hoje historiadores e profissionais veem se engajando na elaboração de programas da "educação patrimonial"
A necessidade da educação patrimonial, essa tendência foi aprovada em congresso internacional realizado no Brasil.







CONHECER PARA PRESERVAR PARA CONHECER: UM ENCONTRO COM A MEMÓRIA "QUASE PERDIDA" DE FORTALEZA.

Aluisio Magalhães







Em fortaleza ocorreu uma intensa modificação no espaço urbano, na construção de avenidas, praças, etc. sem a preocupação com a preservação com o patrimônio histórico dessas cidades. O discurso predominante era o ingresso da modernidade.
Por falta de uma política preservacionista, foi usado o discurso de progresso. O historiador tem que ter a consciência de que o progresso não se faz pela destruição de que é histórico.


A TELEVISÃO COMO DOCUMENTO

Marco napolitano




            A televisão está inserida na categoria de imagens, como fonte histórica, como documento, produzidas pela sociedade, parada ou em movimento. (...) se o professor optar por trabalhar com novas linguagens aplicadas ao ensino de história, ele deve ter claro que está "novidade", não vão resolver o problema didático pedagógicos do seu curso.
E também, ele não pode substituir esse recurso por essa dita nova didática, tem que ter muito cuidado com essa questão. Ainda existe e persistem os meios tradicionais que envolvem a metodologia de professor. É esperado que os professores encontrem o próprio caminho para a metodologia, desde que respeite as regras vigente proposta.
Antes de iniciar qual procedimento metodológica ele vai iniciar, ele deve decidir qual o gênero, programa será utilizado.
Dos três grandes gêneros citados, o filme e os demais dessa tendência são os mais fáceis de serem trabalhados. No caso da teledramaturgia elas tem uma composição fixa de personagens e episódios autônomos. Se o professor preferir trabalhar nessa perspectiva ele terá grande dificuldade em conseguir material.
Em alguns arquivos televisivos são fundamentais como o de TV cultura de são Paulo. A proposta de napolitano não é que o professor se torne um especialista, mas que ele tenha algumas referencias básicas e acessíveis para trabalhar.







O FENOMENO DA TV


Devemos atentar para a diferença entre cinema e TV. O cinema trabalha para a difusão da produção por vários desses material. Enquanto a TV, o material será explorada no momento. Segundo Umberto, a percepção do mundo na imagem televisual tende a hipertrofia, é superior a capacidade de assimilar das pessoas.
Na medida que a formula substituía a forma, existia o valor da troca culturais. O consumo essas mercadorias televisiva e cinematográficas, nos reafirma como indivíduos massificados e integrados no sistema capitalista, a imagem de forma correta, ela pode enriquecer as aulas do professor, desde que ele perceba as sutilezas existentes nos vídeos.



PROCEDIMENTOS BÁSICOS PARA O TRABALHO ESCOLAR COM A LINGUAGEM TELEVISIVA.




Para o professor começar um trabalho com a linguagem televisiva, ele deve ter um planejamento e deve saber onde comaçar e terminar, ele deve ter um planejamento mínimo. O conteúdo explorado deve ter base coerente, e o professor precisa respeita a natureza do programa escolhido. Na exploração de telejornais não só serve para revelar as artimanhas ideológicas assim como repassos as contradições da sociedade que vivemos.
No caso da TV temos que saber que esse recurso envolve interesses comerciantes a qual ela é submissa. O telejornal não oferece dados, mas fornece fatos.
Segundo o autor o trabalho com o telejornal, ao contrário do cinema que é criticado como sistema de alienação o jornal ainda possibilita uma visão crítica da sociedade.


HISTORIA E ENSINO: O TEMA DO SISTEMA DE
 FABRICA VISTO ATRAVES DE FILMES

 Carlos Alberto Vesentini

A escolha do tema por Vesentini foi o sistema de fábricas, ele se refere com o tema escolhido a "REVOLUÇÃO INDUSTRIAL", ele coloca que é um tema bastante tradicional no primeiro metade do século XIX.

As discussões seriam
Quais foram as maquinas
Porque a Inglaterra
O autor coloca justamente o que ele aprendeu a evitar e preferiu um tema que desse maior liberdade.

Ele levanta a proposta de que devemos atentar para o exercício da produção "(...) ... a essência da transformação estará na mudança da caráter da produção que, em geral se associava à utilização de maquinas movidas por energia não humana ou animal".
Percebemos que a proposta na metodologia está na relação da forma de produção ligada a energia nesse caso não seria com base na força humana ou animal.
Outra ponto importante é a visão fechada em cima da Inglaterra, como mostram os filmes, o autor levanta a ideia de que os clássicos antigos fazem uma relação bem posta.
Vesentini escreve que trabalhou filmes na temática produção industrial, mas não esqueceu de frisar a importância desde no contexto histórico da época.

SEGUE OS FILMES TRABALHADOS
*Metrópolis
*A nós a liberdade
*Tempos Modernos
*A classe operária vai ao paraíso.

1-                 O TRABALHADOR COLETIVO


O processo manufatureiro é próprio do trabalhador coletivo, que são muitos trabalhadores parciais. Para Marglin, a fábrica não é um processo de luta histórica, no filmes com Tempos Modernos de Chaplin, as fitas sequer sugere:
Ele ressalta a relação home/maquina. Em A Classe Operária Vai ao Paraíso, relata o operário que antecede ao porteiro da maquina, podem ser trabalhados varias das cenas de relógio.




2-                 A ORGANIZAÇÃO ESPACIAL


Aqui os operários, cabisbaixos e alquebrados na saída. O que ocorre com Tempos Modernos. Em Nos a Liberdade, é abordado o direito do trabalhador a liberdade que retrata humilhações e sofrimentos. Em A Classe Operária vai ao Paraíso; cresce a neurose e a angustia, também retrata de assembleia e greves.


ALIENAÇÃO NO PROCESSO DE TRABALHO E PROPOSTAS POLÍTICAS


A alienação por intermédio da fabrica ocorre porque no processo de produção, é retirado do trabalhador o controle do produto final o que é tema comum em Marx e Chaplin.
O trabalhador em geral, não entende para que serve aquela peça. As cenas de protesto em Chaplin são acidentais e são individuais, não solidários. Como é retratado nesse filme de Chaplin Tempos Modernos.

















CONCLUSÃO


O Saber histórico na Sala de Aula. Nos mostra uma extrema temática em se tratante de metodologia e de livro didático. O livro didático é o primeiro a ser abordado e nos mostra a sua forma de explanar alguns assuntos, e a sua produção.
Retrata metodologias ligadas as forma como o professor deve trabalhar o texto, as fontes a televisão e o cinema.
            Também descreve uma passagem marcante da relação aluno e professor, em que fica explicado que o aluno quer mais do que propostas complexas, ele aluno e professor querem ser notados, querem uma relação mais humana, eles querem dar a sua opinião e ouvir os outros.
Percebemos que o livro trás varias metodologias para o trabalho do professor,  entre eles o nosso enfoque principal é o livro didático que, em que ele pode apresentar três principais enfoque que são: Econômico, social e cultura. Tudo isso apresenta-se no livro didático.     



































REFERENCIA




BITTENCOURT Circe. O saber Histórico na Sala de Aula. Contexto. 12º edição São Paulo.  2013.



































5Resenha  exigido como parte avaliativa  da disciplina PRÁTICA PEDAGÓGICA II - EXTENSÃO-100H,  ministrada pela professora      Andrea da Silva Pastana .
6 Aluno do curso de licenciatura em História da Faculdade Ipiranga, turma LHN 02.