sábado, 30 de novembro de 2013

Trabalho de: “Mundo Globalizado e suas Transformações” professora: Ida Clara Guimarães Nogueira. Turma: LHN 02 (Faculdades Integradas Ipiranga). Movimentos Sociais na era Global.






 

FACULDADES INTEGRADAS IPIRANGA
 LICENCIATURA PLENA EM HISTÓRIA


JOSÉ RICARDO MOUTA MELO
JOAHB LEVY SILVA DE CARVALHO
PAULO CRISTIANO BORGES DOS SANTOS
ROSIVAN ALMEIDA PINHEIRO JUNIOR
SEBASTIÃO PEREIRA VIANA JÚNIOR




MOVIMENTOS SOCIAIS NA ERA GLOBAL











BELÉM-PA
2013




FACULDADES INTEGRADAS IPIRANGA
LICENCIATURA PLENA EM HISTORIA

JOSÉ RICARDO MOUTA MELO
JOAHB LEVY SILVA DE CARVALHO
PAULO CRISTIANO BORGES DOS SANTOS
ROSIVAN ALMEIDA PINHEIRO JUNIOR
SEBASTIÃO PEREIRA VIANA JÚNIOR




MOVIMENTOS SOCIAIS NA ERA GLOBAL



Trabalho de Mundo Globalizado e suas   Transformações       
 Apresentado
ao curso  de história das faculdades Integradas
Ipiranga, como requisito parcial
para obtenção do titulo  de
Licenciado em História orientado pela
Professora Ida Clara  Guimarães Nogueira.



BELÉM-Pa
2013



JOSÉ RICARDO MOUTA MELO
JOAHB LEVY SILVA DE CARVALHO
PAULO CRISTIANO BORGES DOS SANTOS
ROSIVAN ALMEIDA PINHEIRO JUNIOR
SEBASTIÃO PEREIRA VIANA JÚNIOR


MOVIMENTOS SOCIAIS NA ERA GLOBAL


                                                                             Trabalho de Mundo Globalizado e                  suas   Transformações   apresentado
                                                                             Ao curso de História das Faculdades
                                                                             Integradas Ipiranga
                                                                             Como requisito parcial para obtenção do titulo de
                                                                             Licenciado em Historia. Orientado pela Prof.
                                                                             Ida Clara  Guimarães Nogueira

Data ____________________________________
Resultado_________________________________

BANCA EXAMINADORA                            
Ida Clara  Guimarães Nogueira                                                  faculdades Integradas Ipiranga

Assinatura_______________________________________________________





Dedicamos esse trabalho ao Senhor Todo-Poderoso.
                                                      Deus, a Jesus Cristo, e o Espírito Santo, que compõe o
                                                      Mistério, o poder da Santíssima Trindade. E a nossa
                                                      Mãe Celestial e intercessora Nossa Senhora.
                                                      E a professora  que nos orientou com maestria 
                                                      Na elaboração deste trabalho.





Trabalho
Movimentos Sociais na era Global
Maria da Gloria Gooh
Breno M.Bringel




INTRODUÇÃO

O Movimento social na era global aborda vários assunto, desde as cinco teorias em que ela esta o eixo temático a qual ganha destaque no nosso, com apresentação do fórum social e a sua edição em Belém, e a grande participação do PT em 2009.   E os estudos sobre os movimentos sócias na America Latina.
A parte da geografia, em que aborda que cada movimento tem a necessidade de conquistar o espaço os geógrafos abordam essa parte.Como relata Maria da Gloria no entanto o livro é feito, com muitas referencia mas ela relata que há pouca produção acadêmica debatendo esse tema movimentos sociais.
Passando por uma abordagem historia ela vai busca o movimento HIIPPIES NOS EUA, e outro contemporâneos no mesmo, estirpe. E as manifestações na Espanha e Chile, onde ela conta a luta contra, os poderes capitalista e o Chile contra o endividamento de alunos pelas faculdades financiados pelo governo.
 O fórum social foi uma referencia para os movimentos sociais, ele se caracteriza pó eixo  temático, não tem uma definição certe, ele pode mudar muito de acordo com o país a qual ele acontece, por exemplo o de Belém 2009, teve grande participação do governo do PT. 
            Concluindo, a campanha contra a ALCA e a  vitoria dos ativistas, pois ela foi paralisado, por isso eles consideram que a guerra foi vencida, mas a batalha não. Não só isso mas consideram que pela primeira vez  na historia a America latins se uniu contra o inimigo em comum, o neoliberalismo houve uma rede de comunicação entre as pessoas.




Sebastião Pereira Viana Júnior

Debate contemporâneo sobre as teorias dos movimentos sociais

 1º Recuperar a trilha de estudos sobre a temática dos movimentos sociais na America Latina.

2º Apresentar panorama agrupados em cinco enfoques teóricos:

1-Eixo culturais
2-Centralidade no termo da justiça social
3-A  resistência como foco básico
4-Teorias pós coloniais
5-Teorias com ênfase nos aspectos institucionais das ações culturais

O que é ação social?

(Melucci,1994: 190) Ou seja os movimentos sociais, transmitem fluem e acontecem em espaços  não consolidados, das estruturas e organizações sociais. Na maioria das vezes estão questionando as estruturas e organizações sociais. (Ou seja, eles estão contestando o governo, projetos mal elaborados falhas no sistema, ae a crise capitalista que o governo compactua etc.)

Os Estudos Sobre os Movimentos Sociais na America Latina

1970-1990; Resistência ao regime militar; 1950-1960; Movimentos dos direitos civis das feministas, movimentos pacifistas ambientalistas e movimentos de estudantes, e culturas alternativas, passaram a ser denominados de “movimentos sociais” O movimentos operário, que  predominava a abordagem marxista.
Na America latina, o novo era o movimento popular articulado por vários agentes sociais, destaca-se grupos de esquerda, e a Igreja Cristã e seu ecumenismo. Associações centrais de defesa civil, dos direitos da pessoa humana, etc. isso constituía o novo.

MOVIMENTOS SOCIAIS: Você pega um grupo e forma uma associação e protesta, contra a sociedade capitalista, o projeto  Venus é um movimento social, ONGS etc..

Qual o Objetivo do Significado dos Movimentos:

Construir estratégias, os estruturalistas e os interacionistas; Os primeiros acreditavam que era necessário mapear as condições estruturais, desde a gênese explicativa, das causas as conseqüências, e as influencias e dos movimentos a partir de uma analise que enfoca a realidade objetiva; “a desigualdade social” as desigualdades sociais a repressão e a exploração.
O segundo enfatiza o conflito político as estratégias de mobilização, as relações de poder o objetivo é que  o movimento construa identidade política.

O Debate a partir dos anos 2000. Teorias contemporâneas (pagina 24)

Teorias da mobilização política. O decréscimo da influencia da teoria marxista nos anos de 1990, entre as gerações mais jovens de pesquisadores. Você prefere falar de outros assuntos do que falar da tese marxista que retrata bem a nossa realidade.


ATUALIDADE: Aborda-se as classes sociais, lutas de classes exploração do capital condições estruturais de reprodução de capital e da força de trabalho.

1-Teorias construídas a partir de Eixos Culturais:

            Relativas ao processo de construção de identidades (atribuídas ou adquiridas), em que diferentes tipos de pertencimentos são fundamentais - a um dado território, grupo étnico, religião, faixa etária, comunidade ou grupo de interesses, etc. Criam-se vínculos, e as ações são frutos de processos de reflexividade: os sujeitos participantes constroem sentidos e significados para suas ações a partir do próprio agir coletivo (vide os trabalhos de Melucci, Touraine, entre outros).



2-Teorias focadas no Eixo da Justiça Social:

Que destacam as questões do reconhecimento (das diferenças, das desigualdades, etc.) e as questões da redistribuição (de bens ou direitos, como forma de compensar as injustiças historicamente acumuladas). As teorias críticas, herdeiras da Escola de Frankfurt, dão sustentação a essas abordagens. São exemplos os trabalhos de Axel Honneth e Nancy Fraser (Sobotka; Saavedra, 2008).



3-Teorias que Destacam a Capacidade de Resistência dos Movimentos Sociais:

            A partir de elaborações sobre o tema da autonomia, de formas de lutas em busca da construção de um novo mundo, de novas relações sociais não focadas ou orientadas pelo mercado, da luta contra o neoliberalismo. Nessa abordagem, critica-se veementemente a ressignificação das lutas emancipatórias e cidadãs pelas políticas públicas que buscam apenas a integração social, a construção e produção de consensos, conclamando para processos participativos, mas deixando-os inconclusos, com os resultados apropriados por um só lado, o que detém o controle sobre as ações desenvolvidas. São as cidadanias tuteladas, geradas nos processos de modernização conservadora. Trocam-se identidades políticas construídas e tecidas em longas jornadas de lutas, por políticas de identidades construídas em gabinetes burocratizados. Na América Latina, a CLACSO é um bom exemplo de produção teórica nesse eixo, ao fazer o acompanhamento dos movimentos e políticas sociais e criticar a integração conservadora em marcha em inúmeros países da América Latina.





4-Teorias Pós Coloniais (pagina 28)

Com isto o saber dominante colonial, desqualificou outros conhecimentos e saberes, que não são a do colonizador europeu do hemisfério norte aderindo dos brancos.
            O conhecimento possivelmente dos nativos foi desqualificado, as teorias européias não! Vivemos ainda sobre um eurocentrismo. Isso na America latina. 
“Silvent 2008) Afirma que  um dos grandes problemas sociais contemporâneo é o fenômeno da naturalização da injustiça,a exploração e a pobreza nas mentes da população inibindo o desenvolvimento do pensamento critico”



5-Teoria que canalizam todas as Atenções para os processos de Institucionalização das coletivas:

Para essa teoria, os movimentos sociais não são fenômenos extra-ordinários  eles expressam uma insatisfação do cidadão e se tornam rotineiro na participação política.
“Os movimentos sociais são políticos porque as pessoas que participam estão exercitando a política não porque seja parte da elite política, que luta pelo poder”Elas são uma forma de acompanhamento político
“E que a maioria das novas analises não tem considerado é a questão da classe social”
Então percebemos que a Maria da Gloria alerta para uma realidade social, extremamente visível e preocupante, na sociedade, e que está sendo ignorada, mas os trabalhos acadêmicos estão deixando de lado e dando ênfase a outras visões como por exemplo essas teorias citadas a cima. O marxismo está sendo deixado de lado.

Entre o Rigor teórico Metodológico e a criatividade

Possui uma extraordinária heterogeneidade, de manifestações populares, sem duvida é a existência do capitalismo, esse capitalismo permite estabelecer a sincronia social, porque via haver mobilização contra eles, de um grupo social.
 “...Sem cair no funcionalismo entre formas de produção diversas. Estas articulações permitem explicar por que se mantém ainda hoje, na America Latina, as formas de produção semi-escravistas junto à  incorporação de formas caracterizadas como pós fordismo”

Definição de campo de observação (pagina 42)

O movimento do sem terra (MST) somente pode ser entendido como fator de poder ao longo da historia do país até chegar à problemática do agronegócio como dinâmica do pode atual. “Os fenômenos são passadas de formas estáticas, no sentido de um conjunto de estruturas dados”

(Os movimentos sociais são complexos, existe pouca produção acadêmica abordando esse tema, é preciso entender quem faz esse movimento, quem são as pessoas, e o motivo que as levam aos movimentos.). O marxismo latino americano tendeu a manter a classe operaria no centro da luta, emancipatoria tendo o campesinato como mero coadjuvante.“Nas ultimas décadas o estudo dos movimentos sociais tem crescido consideravelmente” (pagina 65)

Teoria Critica e Movimentos sociais:

(O texto de Maria da Gloria Trás uma critica que eu não gosto muito, ela diz que as correntes não estão em levando em conta os avanços do capitalismo, quando se refere a movimentos sociais. E supostamente que  capitalismo tem as suas “vantagens”). (Também as correntes, que se formam nos estudos se afastando radicalmente do marxismo).“ Muito dos estudiosos dos movimentos e das contestações sociais, se afastam da teoria critica.

Teoria critica e Movimentos Sociais Intercessões e Impasses

A teoria critica foi inicialmente moldada pela obra de Marx e Engls, (1845-1848). (A teoria das lutas de classes e a opressão capitalista).“ O comunismo daria ensejo a uma formação social, em que a liberdade seria igual para todos, concretizar-se ai e na qual a personalidade de cada um poderia florescer. Com os produtos livremente associados, levando a solidariedade social,  a um patamar superior e mais flexível”
(O marxismo parece ter perdido força, e o proletariado estava “administrado” e submetido ao império da razão a industria cultural o capitalismo).Um mundo marcado pelo mercado global, e um capitalismo cognitivo (inteligente), (pagina 68)
(A teoria critica, não está ligada ao marxismo, mas ela questiona os processos sociais e a emancipação prometida pela modernidade o que não aconteceu ainda, existe muitos excluídos.)

Paulo Cristiano Borges dos Santos

Movimentos Sociais como produtos do Espaço e território

O espaço é imprescindível para qualquer disputa de poder, termos que pensar na possibilidade do espaço como parte integrante nesse contexto.
“Mesmo quando a geografia de poder, dos movimentos sociais, supõe um sistema de relações sociais, diferenciados, e contra- hegemônicos um desafio inevitável, é que tais projeções espaciais, possam se materializar nos lugares, hegemônicos, da política (caso do Estado e as Instituições)”.(A geografia do poder, é autônoma, ele pode existir os mais variados tipos)
“...os geógrafos, do poder dos movimentos sociais, são fontes de heterogeneidade  resistência, autonomia e empoderamento, frente ao estado nação”
            Ela é heterogeneidade, tem diversos grupos e pessoas mas as vezes com um objetivo, uma reivindicação.“Todo movimento social, é em rigor uma mudança do lugar social”
Um movimento social não tem lugar para fazer, especifico, para fazer política, ela pode acontecer em qualquer lugar dependente do que se reivindica.

Produção de Poder espacial e um período de crise.

            1-No século XXI, com a ascensão do governos de corte, progressista, ou da esquerda institucional, entre 1999/2000 e 2010/2011 (Bolívia, México e Equador). Isto resultou em um aparente deslocamento do centro de discussão em torno das opções de mudança, geopolítica, e social, na região.Mas o estado não permite muitas vezes, que essas mudanças aconteça, continua a sua autonomia.  
2-Os fóruns passam uma perda relativa de sentido, como o Fórum
 Social Mundial, Eles encontram governos progressistas, e ativistas que afeta a atividade política do movimento. (parece que os fóruns estão com problema de identidade, geralmente aparecem agentes do governo, partidários que vai a favor do governo, prejudicando a essência do fórum).
            3-As regiões, do Cone Sul, apostou principalmente para a autonomia dos projetos, e comerciais latino americanos; Alternativa Boliviana de Comercio( ALBA). E os  Tratados de Comercio entre Os Povos ( TCOPS). E o MERCOSUL   etc. Como tentativa de integração social.
No entanto as integrações latino americanas implicaram logo as territorialidades, indígenas e camponesas, que vêem sendo ameaçada, por uma iniciativa de uma integração regional paradoxal (oposta), ou seja a falta de uma sincrônica, entre as partes, existem ai idéias contrarias.
4-O problema dos movimentos sociais, é que não consolidam uma alternativa, concreta, de substituição, ao extrativismo, (ZIBECHI 2011). “ O paradigma de BUEN VIVIR, ainda não se concretizou, em uma alternativa, política, operativa na pratica, espacial, quotidiana dos movimentos sociais”
É porque o país, quer crescer, de um jeito segundo a ótica do capitalismo, e os movimentos sociais, falam dessa desigualdade social, então há uma contra discussão entre o estado e quem reivindica, como camponeses, índios etc. 

A Complexidade da Crise do Sistema Mundo capitalista

“A primeira década do século XXI, tornou evidente um processo de desglobalização econômica, e com este esgotamento do discurso neoliberal, com expressão irrevocável, de “desenvolvimento” capitalista”
            Resumidamente, os movimentos sociais, se formam por causa da crise do capitalismo, e sua incompetência em reger o mundo.” O papel fundamental do estado, como agente de mediação entre sistema de acumulação de capital e o controle diferenciado das economias nacionais”.
            Vale lembrar que o grande capital, multinacional se opõe a qualquer forma de resistência contra a dominação capitalista. Os movimentos dos índios, no Equador, e na Bolívia, e aqui no Brasil dos sem terra, contra Lula, são  uma realidade de luta contra a criminalidade das oligarquias nesses países. Em sua maioria, as políticas publicas, são com ênfase a dar valor a políticas capitalista.

Rosivan Almeida Pinheiro Júnior

Movimentos Sociais 2011: Estamos Frente a uma nova forma de fazer política.

O movimento HIIPPIE, contrariou o AMERICAN WAY OF LIFE, que pregavam uma vida longe do consumismo, do individualismo, e da moral. Pregavam o “amor livre”, e contra a guerra do Vietnã.“ faço amor não faço guerra” slogan deles.
“ O movimento pacifista, contra a guerra do Vietnã extrapolou em muito os limites das comunidades HIIPPIES NOS EUA, ocupou um amplo espaço publico, e constituiu uma opinião publica (pagina 131).
(Muitos movimentos aconteceram entre os EUA, na França,  pelos marxistas, contra as universidades arcaicas, e no Brasil, dos estudantes contra a ditadura, que reagiu com violência).
1º Cenário: A mobilização da sociedade, cível nos países do leste europeu, Polônia Hungria e a queda da União Soviética, (comunista); Protestaram contra esses poderes e regimes.
2º Cenário: 1970, tem seu pico em 1980 e 1990, estendeu-se até os dias atuais, a favor do âmbito da ideologia neoliberal, expandiu-se a crença de que estado eram ágeis, menos burocratizados, do que os serviços do estado (estado de bem estar social) (pagina 133)
3º Cenário: É dos movimentos sociais, que cresceram com grande força a partir de 1970,( feministas, negros, indígenas e movimentos populares, originais, de condições sociais, e marginalidades etc. Estamos vivendo um momento único em que, em 2011, levante a hipótese de que estamos frente a uma nova forma de fazer política,

Espanha e Chile (pagina 135)

Na Espanha o movimento dos indignados, referente ao grande numero de desempregados principalmente entre os mais jovens. O movimento chileno, tem como suporte, o endividamento dos estudantes, das universidades, publicas, e privadas ambas pagas pelo governo. O governo reage com violência,   ora com proposta de diminuir os juros, (pagina 163 e 137 tem o manifesto)
            O celular e a internet, se transformaram numa grande ferramenta para juntar das pessoas em movimentos, ferramentas como as redes sociais, também são grandes que possibilitam a informação sobre o que ocorre possibilitando assim um melhor aproveitamento das pessoas  nos movimentos. (pagina 139-140; trecho de jornal relatando o movimento)
            As manifestações  do Chile e Espanha questionavam o sistema político, e econômico social,e cultural, imposto e vigente dos respectivos países. Os protestos do Chile também é por causa do endividamento e por causa das desigualdades sociais, da pobreza e   por não ter acesso a uma educação de qualidade.
“Talvez seja cedo para afirmar que estamos frente a uma nova forma de fazer política, mas certamente os movimentos do ano de 2011 apresentam novidades em relação aos movimentos sociais  e as  formas de luta política”. Mas a maneira como esses movimentos, tomam as ruas parece que aponta para uma nova forma de fazer política.

José  Ricardo Mouta Melo


Internacionalização sem Institucionalização

A experiência do Fórum Social Mundial


O Fórum social, é regido por uma hierarquia, uma liderança intelectual, e ao mesmo tempo que ele sofre uma possível institucionalização, fica a pergunta ela é ou não isso? Existe uma hierarquia no fórum, o que por sua vez transfere uma porção maior de poder, para as lideranças, do movimento consequentemente, enfraquecendo seus membros de base. Se o cenário de internacionalização prevalece, corremos o risco da elitização da participação nos movimentos pode se aprofundar.

Institucionalização:

É amplamente considerada como um estagio clássico para na historia natural dos movimentos sócias, ela representa um fecho no ciclo dos protestos e pode pender para o lado da política, ou seja i processo político. No âmbito externo ao movimentos começam de baixo e se transformam em uma hierarquia, ou se transformam num conjunto de múltipla ajuda para seus membros.
Quanto mais os grupos se tornam grupos de interesses mais eles correm o risco de perder sua postura critica. Isso é o que acontece guando se cria uma hierarquia nos movimentos sociais eles tende a partir para uma parte partidária.
 
Da Institucionalização para a centralização:

            O Fórum social Mundial, não chegou a ser institucionalizado, e adestrado, as mais recentes reuniões não foram institucionalizadas, do que as anteriores, ele completou dez anos em 2011; 2001 e 2013 rumo ao fórum Institucionalizado e hierarquizado: A historia do fórum esta ligada a intelectuais que vieram a ter a necessidade de uma representatividade na sociedade, algo que expressasse uma ideologia contraria ao que eles não gostavam, como o neoliberalismo, ao mesmo tempo que esse fórum combatia isso, e levantava a bandeira de que um novo mundo é possível, representatividades de partidos político foram escolhidos para dialogar nos fóruns causando assim o fórum deixar de ser apartidário, para se tornar partidário, e o tornando centralizado, com o governo agindo sobre ele.
            Mas quando o fórum se encaminhava para uma centralização em que a platéia iria ouvir os intelectuais, aconteceu que os ativistas, se organizaram em barracas, e as mais variadas tipos fazendo com que se fosse mudado o estilo do fórum, agora era sentenas de pessoas dando uma cara rebelde ao fórum.As pessoas montavam aquilo que queria falar, as margens do fórum em barracas, movimentos feministas etc. Existiu um espaço Vip que foi invadido por jovens que gritavam VIP somos todos nós, e depois disso nunca mais foi aberto.
            Alguns defendem que o fórum deve ser tratar de assuntos como: moradia mudança climática, coisa que são de necessidade que as pessoas vão atrás, mas o grande debate de que um outro mundo, sem o neoliberalismo parece que está sendo deixado de lado, é que posso entender na (pagina  175).
            O autos deixa claro que no fórum social, é um espaço para as pessoas os partidos políticos são bem vindos, mas como telespectadores, num certo momento eles desapareceram, mas depois voltarem em Belém pó exemplo em 2009, o PT teve grande participação.(Belém pagina 176). Percebemos que o fórum muda dependendo do lugar em que se apresenta.
            Nos EUA a preocupação foi com a apresentação em cidades mais pobres onde a diversidade cultural apareceu e também intelectuais de esquerda foi marcante a presença. O fórum não se tornou institucionalizado a apresentação de em tendas e workshop, foram muitas, e os participantes passavam horas procurando a apresentação que queriam.A preocupação com a localidade e do espaço deixou o publico de lado o que fez decair em publico, mas em Belém, 120 mil pessoas compareceram em 2009.
            A uma necessidade do fórum se tornar mais democrático, em que as partes da camada menos desfavorecida participem e se manifestem, mostrando a sua cultura, a sua indignação diante de uma sociedade tão desigual, pois é esse o objetivo do fórum;   “O fórum social em Belém, em 2009 foi marcado por uma forte  institucionalização principalmente em virtude da participação do PT e do governo do Estado do Pará e de algumas empresa” Ouve protestos de ativista que se recusaram  a participar da marcha pelo no fórum. A medida que o fórum vai acontecendo em diferentes cidades, ele vai criando mecanismo que o fazem evoluir seja pela diversidade cultural  do povo, ou por contrários ao neoliberalismo.


Joahb Levy Silva de Carvalho


Redes de Movimentos Sociais

O caso da campanha contra a ALCA (Área de Livre Comercio das Américas)


A atuação em redes passou a ser uma das principais características dos movimentos, sociais contemporâneos. Dentre  vários movimentos, tem se destacado o “ Movimento por uma nova globalização”. (MNG). Também conhecida por movimento antiglobalização que se manifestou contra a hegemonia do  neoliberalismo.
Na America latina, a (MNG), lançou bases para a criação da campanha Continental contra a ALCA e também no Brasil, eles ocuparam espaços parlamentar de acampamentos, da ALCA etc. Fizeram uma movimentação protestando contra. 

Movimento Social e a Luta contra a ALCA


            A tentativa dos EUA de criar uma área de livre comercio na Américas, começou no século XIX na realização da I Conferencia Pan Americana em 1889. A campanha contra a ALCA começou no inicio de 2002, durante  o II Fórum Social Mundial e durante o I Encontro Hemisfério de Luta Contra a ALCA em havana “Cuba”
NO Brasil em 199 coordenado pelo setor pastoral Social da Confederação nacional dos Bispos do Brasil (CBBB), contou com a organização de diversas organizações como (MST), (CUT),e alguns segmentos do PT. Num total de 50 organizações.
           
Teve até um plebiscito com três questões: Com os respectivos resultados

1-O governo brasileiro deve assinar o tratado da ALCA
Não (98,32%)

2-O governo brasileiro deve continuar participando das negociações da ALCA
Não ( 95,93%)

3-O governo brasileiro deve entregar parte de nosso território a base de Alcântara para o controle dos EUA
Não (98,59%)

O tratado estava previsto para ocorrer em 2005, mas não foi a diante, após muitos manifestos, e acompanhamento de diversos grupos as negociações.

Redes de Movimentos Sociais.

No inicio  desse milênio, os movimentos sociais no Brasil se organizaram em torno de eixos temáticos, como aqueles contra as políticas neoliberais. O movimento MNG ( Movimento por uma nova Globalização) ganha destaque por se diferenciar dos outros, ele quebra  o pensamento de neoliberalismo, e almeja uma nova forma de vida. Eles tem uma capacidade muito boa de se organizar pela internet.
Esses movimentos se caracterizam não só pela organização, mas por diversos grupos estarem relacionados a eles como ONGS, partidos políticos etc. também se caracterizam pela busca dos objetivos com campanhas e fóruns. “...numa concepção democrática radical cujo objetivo é fortalecer a sociedade civil para construir ou apontar caminhos para uma nova realidade social, sem desigualdades ou exclusão”
Fátima Mello, segundo ela é possível contar a historia da América latina antes e depois da campanha contra a ALCA, “Antes estávamos dispersos e fragmentados, á mercê da pauta neoliberal, com ações de resistência muito fragmentadas, isoladas” agora não estamos unidos.
“Para os militantes, as ações da Campanha contra a ALCA levaram a uma quebra da hegemonia neoliberal em torno do debate do livre comercio, o que tornou possível vencer a batalha mas não a guerra”  Eles não podem fazer com o mundo o que querem os seus empreendimentos capitalista não podem esta a cima dos direitos  humanos.




CONCLUSÃO


Concluímos com o trabalho de Maria da Gloria e Breno M Bringel, que a luta contra a opressão do capitalismo foi marcante nesse contexto. O neoliberalismo vêem  com  normas, regras, idéias que só fazem alavancar a sua estrutura destruidora da natureza, das relações humanas.
O levante popular, não é de hoje tiramos a liberdade de que começou com as teorias como de Karl Marx e esquerdistas sendo posta em pratica nas grandes revoluções Russa, e a guerrilha de Che Guevara. O povo se levanta e mostra para os grandes capitalistas, que as coisas não pode ser assim como eles querem, tornar um mundo perigoso regido pelo mercado neoliberal.
Mostramos nossa resistência através do Fórum Social Mundial, das conexões e grupos na internet, contra a ALCA, manifestando no Facebook, provando que a camada de baixo está insatisfeita com a existência do capitalismo em nossa sociedade, e que a classe dominante não pode fazer tudo o que quer, o humanos não pode ser visto como simples relação de mercado nos valemos mais. 
            A vitoria momentânea sobre a ALCA, serviu para mostrar a força de uma classe, que  quando se quer essa infraestrutura mexe sim com a superestrutura. Eles fizeram o Fórum da economia, e nos não podíamos ficar para traz, criaram o Fórum Social Mundial servindo de resposta aos interesses dos inimigos.